Davidoff virou sinônimo de luxo
por Celso Nogueira



PartagasEmbora ainda tenha nos charutos e fumos para cachimbo seu maior destaque, Davidoff tornou-se uma marca abrangente de produtos sofisticados, como perfumes, gravatas, relógios, carteiras e até cognac, o companheiro do charuto. Principalmente para o público masculino.

Tabacos suaves tornaram a marca uma das preferidas dos apreciadores de fumos sutis, bem como dos iniciantes, adequadamente lembrados com o lançamento da série Primeros, uma nova geração de charutos Davidoff produzidos no vale do Cibao, na República Dominicana. Destaque para o Petit Panatela, com ring gauge 34, uma opção elegante aos supergrossos tão populares no momento.

A composição das diversas linhas privilegia o tabaco da República Dominicana. Atualmente as linhas Davidoff são Clássica, Mille, Grand Cru, Special, Aniversario e Millenium Blend. Zino Davidoff, filho de dono de tabacaria, iniciou a produção dos charutos que virariam lenda em 1946, com a linha Grand Cru, na qual os charutos recebiam nomes de grandes vinhos. Ele abandonou esses nomes por causa da dificuldade em negociar seu uso com os donos dos vinhedos.
A linha Millenium Blend veio para atender às expectativas dos apreciadores de fumos mais encorpados, nos formatos Churchill, Piramides, Lonsdale, Robusto e Petit Corona. O lançamento mais recente foi o petit robusto. A Davidoff produz também tabaco para cachimbo, cigarros e cigarrilhas. Existem ainda as linhas de charutos Avo, Zino, Griffins, Private Stock e Bundle Selection, pertencentes à Davidoff ou fruto de parcerias, e que são vendidas nas lojas da marca.

Entre os cobiçados acessórios destacam-se os umidores, cuja produção começou em 1965 e segue até hoje no mesmo local, em Ste-Croix, no Jura suíço, a cargo da terceira geração de impecáveis artesãos. Os modelos revestidos em rádica e couro estão entre os melhores presentes que um charuteiro pode ganhar.
Completam a série de artigos para fumantes os cortadores, tesouras, canivetes com furadores, isqueiros (destaca-se a série Prestige), fósforos, cinzeiros, tubos e porta-charutos. Tem também cachimbos e apetrechos para seu uso.




Cronologia da marca


A marca Davidoff carrega a marca inconfundível de seu maior ícone, Zino Davidoff, imortalizada na frase de sua autoria: "Fume menos, mas melhor e por mais tempo - faça disso um culto e mesmo uma filosofia!".


1906
- No início do século,  ocasião no nascimento de Zino Davidoff, os membros da família Davidoff eram conhecidos como reais "harmandgis", especialistas na escolha, corte e mistura de tabacos finos orientais para a produção de cigarros.
1911 - A família Davidoff deixa a Rússia. Henri Davidoff abre sua primeira loja de tabacos em Genebra.
1924 - Após terminar os estudos, Zino Davidoff dedica-se aos negócios com tabaco. Durante os próximos cinco anos viaja para a Argentina, Brasil e Cuba, dedicando-se exclusivamente ao aprendizado do cultivo e produção do tabaco.
1929 - De volta a Genebra, Zino introduz na loja de seu pai, um conceito revolucionário na Europa - um espaço climatizado - o ambiente perfeito para armazenar charutos de alta qualidade em condições climáticas ideais.
1946 - Em tributo aos grandes vinhos Bordeaux, Zino Davidoff cria a memorável série "Chateau" de charutos que atrai grande atenção e é muito difundida. As pessoas começam a falar de seus "Grand Crus" e em todo local na França seu nome se torna símbolo de prazer exclusivo.
1970 - O Grupo Oettinger assume o controle dos negócios de Zino Davidoff. É o início do desenvolvimento da marca Davidoff, em escala mundial, como um sinônimo de qualidade global.
1985 - Uma feroz batalha se inicia sobre o "copyright" da marca Davidoff seguido de diversos processos contra a pirataria de marca. Introdução dos cigarros Davidoff e da primeira fragrância no mercado.
1991 - A decisão do Dr. Ernst Shneider de utilizar tabacos da República Dominicana causa surpresa no início: aficionados não estavam familiarizados com o tabaco dominicano e o país era relativamente desconhecido. O Dr. Schneider assumiu uma aventura de alto risco decidindo usar tabacos dominicanos ao invés dos cubanos, uma vez que os consumidores fiéis à marca Davidoff apreciam muito aquilo que conhecem e são muito cautelosos com mudanças. Mas qualidade era o que mais importava e a mudança abriu a porta para o sucesso mundial.
1994 - Zino Davidoff morre em 14 de janeiro.



Celso Nogueira   Celso Nogueira - Celso Nogueira - Tradutor literário, editor e colunista especializado em alimentos e bebidas, realiza palestras e conduz degustações sobre gastronomia, cachaça e charutos. Foi um dos fundadores e atuou como diretor da confraria Cigar Club.

 

 
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